A different Kind Of Ocean

1 07 2009

A different Kind of Ocean

Peça feita para um concurso da revista APS

Cinema 4D mais Photoshop CS4

Há volta de 10 horas de trabalho.

Para mais informações sobre o concurso

cliquem

http://apsartedigital.wordpress.com/2009/06/22/passatempo-capa-aps16/





Tutorial 4 – Ferramenta Lasso e Magic Wand

17 02 2009

Tutorial 4 – Ferramenta Lasso e Magic Wand

Selecção avançada

Introdução
Nos tutoriais anteriores foi vos mostrado o básico cobre como seleccionar partes de uma imagem usando a Marquee tools. Muitas das tecnicas que usaram antes serão aplicadas aqui, mas com uma maior diversidade. As ferramentas Lasso e Magic Wand permitem uma selecção mais precisa e todos os 3 métodos podem ser usados em conjunto. Para se sêr um usador de photoshop, é mesmo preciso saber mexer nestas ferramentas todas.

Selecionar areas de uma imagem (parte2)
Selecionar com as “marquee tools” é rapido e facil, mas limitado a certas formas. E se se quer seleccionar algo que não é nem um rectangulo ou um circulo? Por examplo, se se tem uma foto de uma mão e se quer seleccionar um dedo para que se possa remover ou duplicar, vai se querer mais precisão nas ferramentas de selecção. É ai que estas ferramentas entram em jogo. Dêem uma vista de olhos nos sub menus involvidos neste tutorial.

tut4_img1tut4_img2

No menu da esquerda há 3 opções:

Lasso

Cria uma forma livre para selecção

Polygonal

Cria uma serie de linhas rectas para seleccionar uma recta

Magnetic

Cria uma forma livre, mas reconhece as fronteiras entre cores

No menu da direita há 2 opções:

Quick Selection

Cria uma selecção baseada nos parametros que definem a cor

Magic Wand

Parecida há Quick Selection mas permite mais ajustes

Este tutorial tratará da Lasso tools primeiro e depois da Quick Select e finalmente, a Magic Wand

Lasso Tool

A Lasso tool permite nos desenhar uma forma livre para criar uma selecção. Seleccionem a ferramenta e “clickar” na tecla esquerda do quarto na imagem e movam o rato. Notarão que podem ser tão detalhados, ou não, quanto quiserem. Se tentam seleccionar uma pena de uma passaro, podem fazer zoom e seleccionar ha volta dela, demora e é preciso paciencia. Mas pode ser feito. Outro exemplo seria o de seleccionar um texto que não seja muito diferente do fundo. Nesse caso não precisão de ser tão detalhados como antes.

Nota: Aproveito e digo já. Se querem fazer zoom a alguma imagem, “clickem” na lupa na parte inferior da toolbar. Podem seleccionar uma area, ou “clickando” na imagme para fazer zoom a ela toda. Se se precionar na tecla Alt ele faz zoom para fora.

Por baixo está uma imagem a mostrar as 3 vertentes da Lasso Tool.

tut4_img3

Na parte superior esquerda, pode se ver uma forma feita pela Lasso. Por baixo, está a polygonal com os seus vértices. Para a gaivota está em uso a magnetic. Como a gaivota está num fundo distinto, a magnetic fez um trabalho jeitoso em default.

Presumo que se tenham dado conta da liberdade da Polygonal e da Lasso. Brinquem com elas e assegurem se que usao alguns modificadores (adicionar ou subtrair da selecção) que está demonstrado no tutorial anterior.

Magic Wand Tool
Estão a ver quando querem remover alguem de uma foto, tipo “clickar” e desaparecer? (geralmente a sogra). Em teoria isto pode ser feito com a Magic Wand tool. O que a Magic Wand tool faz é procurer por diferenças em cor e contraste (diferenças de pixel) dependendo dos parametros que colocamos. Abaixo é como a Option bar parece quando seleccionamos algo com a Magic Wand.

tut4_img4

Da esquerda para a direita, vou explicar o que os butoes fazem. O primeiro icon tem um menu cascata que permite seleccionar de uma lista de settings predefenidos (não há nenhuns de origem). Se acharem que há um setting que usam muitas vezes, podem salva-lo “clickando” na opção demonstrada abaixo.

tut4_img5

Lembrem se disto para mais tarde quando trabalharem para ter o setting corecto e acharem que vos dará jeito num projecto posterior.

O set de imagens mostra icons que dizem se se está a adicionar, subtrair ou a fazer intersecções na tua selecção. Isto depende se estiveres a carregar na tecla Shift ou Alt.

A próxima secção permite nos seleccionar a quantidade de variação ou tolerância nos pixeis. A barra vai do 0 ao 100.Quanto mais baixo o numero menor a variação no range da cor que poderemos seleccionar. Um numero mais elevado permite nos maior variação. Abaixo estão 2 imagens a mostrar uma tolerância de 5 (esquerda) e há direita uma de 80.

tut4_img6

Tolerância = 5

tut4_img7

Tolerância = 80

Quando se está a calibrar a tolerancia, verão que variara de foto para foto. Pode se ter que ir por tentativa e erro ate acertar. Brinquem com os settings até ficarem familiarizados com o que podem ou não fazer.

Seleccionando Anti-alias dar nos a uma selecção mais suave. Esta vem seleccionada por defeito, e recomendo que a deixem seleccionada.

A caixa do Contiguous permite nos decidir se queremos que a selecção esteja ligada ou nao. Por baixo esta um exemplo do contiguous ligado e desligado.

tut4_img8tut4_img9

Contiguous – On

Contiguous – Off

A imagem da esquerda tem o Contiguous ligado, só o range de cor que está a ser tocado será seleccionado. Com o Contiguous desligado, o Photoshop olha para a imagem completa e encontra todos os pixies no range da cor seleecionada.

Seleccionando a caixa de ”Sample All Layers“, teremos o Photoshop a seleccionar o range da cor em todas as layers da imagem. Ainda não expliquei o que são layers, mas assim numa versão simples layers permitem-nos combinar partes diferentes de uma imagem para a tornar completa. Logo podes fazer um projecto usando um background numa layer, texto noutra layer, um texto maior noutra e uma imagem de foreground noutra layer ainda. Então, na imagem abaixo, copiei parte do background e copiei o noutra layer. A segunda layer está rodeada por uma caixa negra.

tut4_img10Sample all layers – off

tut4_img11

Sample all layers – on

Pode se ver que a imagem na direita seleccionou e mambas as layers. Isto é muito versatil e util dependendo dos projectos em que se trabalha.

As opções demonstradas acima dão um exemplo que, ao usar uma ferramenta temos muitas opções. Quando se trabalha com outra ferramentas, lembrem-se de explorar a option bar e ver se há alguma opção que vos dê mais jeito.

A ultima opção é a Refine Edge. Esta opção permite nos refinar ainda mais a nossa selecção. Outra vez as opções aqui presents dependem da imagem em que se está a trabalhar. Não me vou meter em mais detalhes aqui, mas tutoriais posteriors deveram dar exemplos práticos. Entretanto, brinquem com as selecções e tentem algumas opções demonstradas abaixo.

tut4_img12

Por agora ja devem ter visto o potencial da Magic Wand. É preciso saber estas opções para trabalhar com esta ferramenta eficazmente. Trabalhem com esta ferramenta em varias imagens para ver como o contrast e as outras opções funcionam. Depois de alguma prática, já podem tirar a sogrinha do coração.

Quick Selection Tool
Esta ferramenta do Photoshop permite nos seleccionar rapidamente certas partes de uma imagem. Se já andaram a brincar com a Magic Wand (como eu aconcelhei),serão capazes de ver algumas semelhanças. Abaixo encontra-se a option bar para a Quick Selection Tool.

tut4_img13

Verão algumas opções já familiares. Da esquerda para a direita, verão cascatas para presets, adicionar e subtrair e a Sample All Layers. Também verão algumas novas. A primeira é a das Brushes.

Opções das Brushes para a Quick Selection Tool
As brushes são uma opção comum a várias ferramentas. Começando do topo, temos o Diameter (tamanho). Este é bem evidente, faz com que a brush fique maior ou menor de um range de 1 a 2500 pixeis.

Por baixo do tamanho está a Hardness. Hardness é a precião dos limites das bordas da brush. 100% dará a borda mais “dura”. Uma borda dura será semelhante a uma selecção com tolerancia baixa.

Depois destas opções encontra-se a Sample All Layers e depois a Auto-Enhance. Sample All Layers, já conhecem. A Auto-Enhance será discutida num tutorial posterior.

Conclusão
Entre este tutorial e o anterior, já devem ter uma boa compreensão de como seleccionar. Quando usarem estas ferramentas em diferentes situações aprenderam quando é que uma delas vos traz beneficios ou não. Saber as diferenças ajudará a trabalhar mais rápido e eficazmente. Pratiquem com estas ferramentas em várias imagens e tentem mover selecções, apagando-as e copiando-as.
Divirtam-se!





Tutorial 3 – Ferramenta Marquee

17 02 2009

Tutorial 3 – Ferramenta Marquee

Como seleccionar partes de uma imagem

Introdução Este tutorial será o primeiro de muitos referents há toolbar. Serão feitos numa sequencia que nos permitirá ver como todas as ferramentas funcionam em conjunto, e alguns dos próximos tutoriais combinaram alguns dos tutoriais que os precedem. A ferramenta Marquee permite nos seleccionar areas de uma imagem (ou da imagem toda) para que possamos manipular ou editar a area. Tambem pode ser usado para copiar secções de uma parte da imagem para outra. Tambem, a ferramenta marquee tem um sub menu que pode ser usado para se escolher varias formas para seleccionar.

Selecionar areas de uma imagem Antes de fazer modificações a uma parte de uma imagem, primeiro precisas de seleccionar uma parte da imagem (faz sentido hein?). Este turorial mostrara como faze lo. Por baixo esta uma imagem do sub menu da ferramenta marquee ( lembrem se de clickar e manter ate aparecer o sub menu).

tut3_img1

No sub menu aparecerão quarto opções:

Rectangular

Cria uma selecção com uma forma quadrada.

Elliptical

Cria uma selecção com uma forma eliptica

Single Row

Cria uma selecção que tem um pixel de altura, por toda a largura da imagem.

Single Column

Cria uma selecção que tem um pixel de largura, por toda a altura da imagem.

Criar uma selecção é simples. Basta mover o cursor por cima da imagem e clickar com o butão esquerdo do rato. Pressiona e arrasta o cursor através da imagem e largar o butão quando estiver seleccionado o pretendido. Isto funciona para selecções rectangulares e elipticas. Quando se quer seleccionar um quadrado ou circulo perfeito, repete-se o processo, mas com a tecla shift pressionada. A imagem abaixo mostra como a ferramenta de selecção funciona quando esta activa.

tut3_img2

O conceito até que é facil de apanhar. Abram uma fotografia que tenham no pc e tentem isto. Tentem usando a tecla shift enquanto clickam para formar quadrados e circulos perfeitos. Tambem podem usar a tecla Alt enquanto carregam para selecionarem o dobro do tamanho.

Nota: Se nao tiverem nenhuma foto disponivel usem esta para praticar.

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Adicionar selecções ha selecção – Pressionem a tecla Shift e façam outra selecção (verão uma cruz com um +) que será adicionada há selecção existente. Tanto pode ser agregada ha selecção existente como pode ser numa area totalmente nova.

Retirar pedaços da selecção – Pressionem a tecla Alt e façam outra selecção (desta vez aparecerá uma cruz com um -) retirará pedaços da selecção prévia. Isto precisa de ser sobre a primeira selecção.

Criar uma intercepção numa selecção – Manter as teclas Shift e Alt enquanto se esta a fazer a selecção. Com esta opção, pode-se seleccionar duas areas e a parte que for comum as duas permanecerá seleccionada.

Para seleccionar apenas um pixel (tanto de altura ou de largura), apenas seleccionem a ferramenta e carreguem em qualquer sitio da imagem.

Brinquem com a ferramenta até lhe apanharem o jeito porque a partir de agora vem a parte séria.

Coisas que se podem fazer com a ferramenta marquee

Delete – com a selecção feita, pressionem a tecla Delete no teclado. Isto irá apagar a parte seleccionada da imagem e substituila pela cor de fundo.

Cortar e mover – seleciona uma area, e entao coloca o cursor dentro da selecção. Pressionar e manter a tecla Ctrl enquanto se carrega com a tecla esquerda do rato. Deverá se ver um par de tesouras a aparecer. Agora movam o rato para mover a selecçao. O que acontecera é que a area seleccionada sera movida e a cor de fundo preencherá a area que foi movida.

Duplicar – selecionem uma area, depois (com o rato na area) pressionar e manter as teclas Ctrl e Alt enquanto carregam com o rato com a tecla esquerda. Enquanto se move o cursor, a area seleccionada sera copiada para onde a movas. Esta é uma forma muito rapida e fácil de copier elementos de uma imagem. Esta simples tecnica permite nos, usando a opção eliptica, dar a esta gaivota um terceiro olho.

tut3_img4

Ajustar – Quando se conclui a selecção, pode se dar conta que se calhar o circulo não está lá no sitio certo. Nesse caso, pode se usar as setas do teclado para mover a selecção em qualquer direcção,um pixel de cada vez.

Inverter a selecção – Pode-se seleccionar uma area da imagem, e então inverter a selecção carregando Ctrl+Shift+I (ou vai se ao menu Select > Invert.) Isto dá jeito se se quiser modificar grande parte da imagem, mas deixar uma area imaculada. Por vezes é mais facil seleccionar uma pequena area, e depois inverter a selecção.

Retirar a selecção – Depois da selecção estar feita, pode ser preciso muda la ou seleccionar outra area. Aqui ficam algumas maneiras de fazer isso. Se a imagem nao está ampliada, basta apenas clickar na zona fora da imagem (não funciona com os modos de selecção row e column). Outra forma é clickar na imagem, mas sem arrastar o rato (para nao se seleccionar uma area muito pequena). Tambem se pode pressionar Ctrl+D para retirar a selecção.

Selecionar uma imagem inteira – Para seleccionar uma imagem inteira, podem usar a opção rectangular para seleccionar a imagem toda, ou podem simplesmente pressionar Ctrl+A.

Dica – Quando outra ferramenta está em uso, pode se aceder rapidamente a esta ferramente pressionando a tecla M.

Conclusão Saber usar bem a ferramenta marquee é critico para a nossa habilidade no Photoshop. Muitas ferramentas serão baseadas nas tecnicas demonstradas acima, ou que as involvam. Aprendam a usar a selecção e as suas opções.

Exercicio Abram a fotografia da gaivota e tentem adicionar um terceiro olho como na imagem de cima.





Tutorial 2 – Raster vs. Vector

17 02 2009

Tutorial 2

Raster vs. Vector

Introdução
Para aqueles que nunca usaram softwares gráficos, existem alguns conceitos básicos que deverão ser abrangidos. Por examplo, será o Photoshop a ferramenta certa para o trabalho? É limitado? Posso arrancar a cabeça de alguém e meter noutro corpo em 2 segundos (como nos reclames)? (Obvio que não). Assim, este tutorial vai mostrar os benificios e as limitaçoes de “raster imaging”. Isto vai dar uma boa compreensão antes de trabalhar com o resto do programa, até fazer um layout para um filme ou retocar as fotos do tempo da avozinha.

Raster vs Vector
Um dos termos mais importantes para se conhecer o Raster, e como este afecta o que se esta a trabalhar. Raster é um termo fofo que significa que se está a trabalhar com Pixels (PIcture ELements). Quando se tira uma fotografia digital, ela é gravada transformando o mundo real em pixeis. Então quando se tem uma camara com 2 megapixels, isso significa que a imagem tem cerca de 2 milhões de pixeis. Em teoria, uma maquina fotografica com 15 megapixels terá uma foto melhor e mais nítida.

Então, o que é um pixel e porque te deves importar? Faremos de conta que se está a fazer um póster. Queres que ele seja nitido. A foto que queres usar é apenas 4″x6″, mas o poster é 36″x48″ – isso significa que tens que aumentar a imagem 9 vezes – e cada pixel que parece bem na imagem de 4×6 image será aumentado 72 vezes no póster. Tornar se ão desfocados.

Aqui está um exemplo de como os pixies funcionam no nosso mundo. Por baixo está a fotografia de um cão qualquer. Uma pequena parte dela foi alargada para que se pudessem ver os pixies de uma pequena parte da imagem, neste caso, do olho.

tut2_img1

Como se pode ver, o que parece ser um brilhozinho são cerca de 14 pixeis de varias cores. Isto é como uma imagem funciona.

Esta foto mostra como o Photoshop pega nesses pixeis e os converte num formato mais user-friendly misturando as cores dos pixies dando lhe um ar mais suave (que por sua vez é constituido por mais pixeis).

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Podia se continuar a aumentar mas já dá para entender. Isto tudo para dizer que tem que se arranjar as imagens certas para os varios trabalhos. Isto tambem significa que se fizeres um cartao de boas festas para o teu patrão, e ele gosta tanto que quer fazer um mupi dele, terás problemas com os pixeis. O conceito é conhecido como resolução.

Diferentes trabalhos requerem diferentes resoluções. O que funciona para uma imagem para a internet e o que trabalha para um trabalho de grande resolução de um fotografo sao 2 coisas diferentes. Abaixo encontram se algumas directrizes:

Imagens de Internet

72 pixels per inch

Imagens qualidade rascunho

100-150 ppi

Imagens qualidade decente

200 ppi

Imagens de boa qualidade

300 ppi

Imagens de alta qualidade

600 ppi

Viram o que fiz aqui? Ensinei vos um novo termo. “Pixels per inch” As imagens que nós vemos na internet estão a 72 ppi porque é a maior resolução que a maioria dos monitores mostra. Se olhares para uma fotografia dum site, esta não sera muito nitida (especialmente comparada a um suporte fisico).

Obvio que muito disto é subjectivo e aberto a discussão. Por examplo eu posso imprimir uma imagem de 300dpi na minha impressora barata, e posso impirimir a mesma imagem numa impressora de 800 euros – serão parecidas? Não, porque todas as impressoras não são iguais. Posso imprimir a mesma imagem na mesma impressora, 2 vezes com dois tipos de papel diferentes e os resultados serão completamente diferentes . é por isso que as impressoes e impressoras e o seu material é tão caro. (Mas cuidado com os exageros)

Vector
Agora que já temos uma noção do que são imagens raster que involvem pixeis, está na altura de mostrar algo diferente. O outro tipo de imagem que podemos fazer é um vector. Vectores, por defeniçao são linhas a uma certa distancia e angulo. Tanto quanto importa aos pcs, Vectores podem ser aumentados sem qualquer perda real de qualidade. Adobe fez um programa chamado Illustrator que trabalha com vectores (e tambem com imagens). Não tem o poder do Photoshop no que toca a edição de imagens, mas é optimo para textos e formas grandes.

Por baixo esta uma imagem para server de exemplo.

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Aqui esta a area aumentada assinalada no circulo.

tut2_img4

Assim, mesmo quando os objectos no desenho são aumentados, eles permanecem detalhados pois sao feitos atraves de vectores e não pixeis.

Agora se pensam que os vectores são mais defenidos, é verdade, mas nao podem ser usados em imagens, fotografias, e noutros trabalhos que precisem de mudanças subtis de cor. Mas ainda há esperança para os fãs do vector.

O Photoshop tem um pequeno numero de ferramentas vector há nossa disposição. Pode se fazer formas básicas. E isto é optimo para aquelas alturas em que é preciso um rebordo bem defenido numa imagem (por exemplo). Abaixo encontram se duas linhas feitas em photoshop. Na esquerda a linha é raster, depois foi copiada e aumentada. Na direita é uma linha vectorial, tambem aumentada.Dá para ver bem a diferença certo?

tut2_img5

Espero que tenham notado que o da esquerda tem um efeito “zig-zag”. Isto é chamado de Staircasing. É o que acontece quando se aumenta objectos raster, tal como na imagem do cão lá em cima.

Conclusão
Este tutorial mostrou as diferenças entre raster e vectores. O Photoshop é perdominantemente um programa para imagens raster, mas tem algumas ferramentas vectores. O Photoshop é ideal para manipular imagens com variadas opções. Mas não é o programa certo para fazer papeis de parede, ou projectos que necessitem de textos grandes. Saber as limitações e benificios de qualquer programa permite a fazer um melhor trabalho.

Referencias
Para mais sobre pixies,
Wikipedia page
Para mais sobre vectores,
WIkipedia page





Tutorial 1 – Porque o Photoshop?

17 02 2009

Tutorial 1

Porque o  Photoshop?

Acho que o primeiro pensamento de todos os que não são de Design é, ” Porquê o Photoshop? Porque é que eles passsam dias agarrados ao programa? As razões podem variar, mas resume-se a uns pontos básicos. O Photoshop é o melhor editor de imagem. Tambem pode ser usado em inumeros projectos. Logo se queres trabalhar com um fotografia que tenhas, imagens para sites, ou um poster para um animal perdido – Photoshop é uma das soluções.

O Photoshop não é a unica ferramenta para estes usos, mas é a mais popular por ser tão versátil. É também um ‘padrão industrial’, o que significa que se vieres a trabalhar com imagens digitais profissionalmente, o teu empregador esperará que saibas trabalhar com o Photoshop. Ai está mais uma razão para aprender a mexer com ele.

Resumindamente, o Photoshop é versátil, potente e popular. Logo quem esta nas areas do design grafico ou qualquer outro ramo, é um optimo programa para saber.

Para quem nao tem o Photoshop, pode fazer o download da trial do site da Adobe (a companhia que produz o Photoshop). Aqui fica o link: http://www.adobe.com/downloads/

O ecrã

tut1_img1
Por baixo está screenshot que mostra como o Photoshop se apresenta. Move o rato por cima de cada secção para ver as diferentes areas. Abaixo daremos uma breve explicação sobre o que são e, em seguida, expandir essa informação em tutoriais.

Começando por cima, aqui estao as diferentes areas:

Barra de Titulo - Isto é a parte superior em maioria dos programas windows, que mostra qual é o programa  (e neste caso a versão) no lado direito esta o “X” para terminar a aplicação, e os outros butoes para redimensionar e minimizar o programa (da direita para a esquerda). Ha opçoes semelhantes caso carreguem no icon superior esquerdo.

Barra de Menus - Esta area possui menus em escada. Por examplo, se quiseres ver uma lista dos filtros, clicka nos Filter para ver uma completa lista dos filtros instalados. Muitas das opções que usarao, estao nestes menus. Para trabalhar com fotografias, o menu Image será amplamente utilizado.

Barra de Opção – Esta area muda dependendo da ferramenta que esta em uso. Por examplo, se tiveres a ferramenta Marquee Tool, terás varias opçoes especificas em relação ha forma de seleccionar algo.

Barra de Ferramentas – A barra de ferramentas contém as ferramentas mais comuns e normalmente é visivel no ecra, sempre. Para a maioria dos trabalhos em Photoshop, estarao a usar esta barra.

Nome do Ficheiro – Esta barra mostra o ficheiro em que estás a trabalhar, e se estiveres com multiplos ficheiros abertos, cada ficheiro tera a sua barra, para nao te confundires.

Régua – Temos a opção de ter as reguas ligadas ou nao (CTRL + R). Estas são uteis quando se quer criar projectos que requerem tamanhos ou espaçamentos especificos.

Area de Trabalho – Aqui é onde a magia acontece. Esta area contem o trabalho corrente. Podes variar o tamanho da janela de trabalho, ampliar ou reduzir, acrescentar guias para posicionamento, etc

Janela de Cores – Aqui é onde se selecionam cores  (faz sentido). Por exemplo se queres colocar vermelho no background, podes seleccionar a cor aqui.

Janela de Layers- Layers sao usadas para apresentar diferentes elementos do projecto, de forma ordenada. Por exemplo, teres texto numa layer e noutra uma imagem. Dá jeito ter a camada de texto por cima da imagem, para que possamos ver o texto. Manter as layers organizadas é importante para nao te perderes num projecto grande.

Barra de Ferramentas

tut1_img2

Abaixo encontra se uma imagem que mostra a barra de ferramentas padrao. Na parte superior encontram-se duas setas que te permitem espandir e retrair a barra ao teu gosto. Seguem se as ferramentas que irão usar. Só de olhar para os nomes até se é capaz de adivinhar o que fazem.

Todas estas ferramentas serão explicadas em profundidade nos próximos tutoriais, mas por agora chega aprenderem os nomes. Devem ter reparado que algumas destas opçoes tem um pequeno triangulo na parte inferior direita. Isto indica que esta ferramenta tem um menu em cascata, que dá mais opçoes. Aqui temos um exemplo com o menu da Ferramenta Text. Este menu torna-se disponivel quando clicko e mantenho o butao da ferramenta pressionado.

tut1_img3

Conclusão
Este tutorial serve apenas para dar uma breve introdução ao Photoshop. Os seguintes tutoriais começaram a usar terminologia especifica e como o programa funciona. Para os mais distraidos pode dar jeito imprimir a imagem da barra de ferramentas para futura consulta. Bem vindo ao Photoshop